Guerra eletrónica e ciber
A guerra eletrônica (EW) abrange três subdomínios: Electronic Attack (EA) — perturbação ativa da RF inimiga (jamming, spoofing, decepção); Electronic Support (ES) — detecção, localização e classificação passiva de emissores RF (SIGINT, COMINT, ELINT); e Electronic Protection (EP) — proteção dos próprios sistemas contra EA inimigo via salto de frequência, formas de onda de baixa probabilidade de interceptação e endurecimento. A EW se passa em todas as bandas de frequência, desde HF (3–30 MHz, comunicações de longo alcance) até ondas milimétricas (30+ GHz, radar). A evolução moderna da EW é impulsionada por radar/jamming cognitivo: em vez de respostas pré-programadas a sinais conhecidos, sistemas guiados por IA aprendem durante um engajamento a classificar novos sinais e gerar contratáticas em tempo real. As capacidades estratégicas de SIGINT (como estações US Five Eyes, OSNAZ russas, 3PLA chinesas) praticamente nunca são vendidas. Pods táticos e C-UAS (Counter-Unmanned Aircraft Systems) sim, e essa subcategoria cresceu explosivamente desde 2022 devido à ameaça de drones na Ucrânia e Oriente Médio.
4 sistemas
IAI ELL-8222 SkyShield, Elbit MUSIC/J-MUSIC DIRCM
Elbit · Israel
Krasukha-2/4, Murmansk-BN, Tirada-2, Pole-21, Repellent
Krasukha-2/4, · Rússia
L3Harris/Northrop AN/ALQ-249 NGJ
L3Harris · Estados Unidos